Tais costumes ainda imperam entre os barqueiros do rio São Francisco. Uma das funções das carrancas dos barcos do rio São Francisco, é prevenir os barqueiros através de três gemidos da eminência de naufrágios.
Cada vez mais raras, as carrancas encontram uma crescente procura entre os colecionadores.
Brinquedos e Brincadeiras
Naquela época os brinquedos não eram como os de hoje, pois as famílias na época eram pobre, poucos tinham condições de possuir brinquedos.
As brincadeiras eram; Amarelinha, bolinha de gude, etc.
A infância das antigas crianças brasileiras recreava-se em inúmeros divertimentos, que se revestiam em grande importância educativa,pois tinha uma franca sociabilidade a par de um divertimento espontâneo.
A Literatura de Cordel
É uma forma de transmitir às pessoas o amor, o sofrimento e a alegria. São pequenos libretos que antes de serem vendidos, primeiramente o vendedor lê alguns trechos em voz alta, para assim chamar a atenção do público.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Usos e Costumes
Cada povo tem seus usos e costumes que marcam sua época de acordo com sua classe social. Os usos de utensílios que vem se modificando ao longo do tempo, tais esses que marcaram época são: Torrador de café,tacho,pilão,etc.
O Tacho
O tacho marcou época na cozinha brasileira.O tacho lembra o torrador de café. O tacho tinha diversos tamanhos, o uso quase uso cotidiano na cozinha, era por ocasiões de grandes festas - Natal, Ano Novo, festas juninas e nas festas familiares _ casamento, batizado, aniversário. Neles se produziam alguns dos tradicionais doce brasileiros; doce de abóbora, doce de cidra, goiaba, leite, entre outros.
Pregões
São vendedores ambulantes que ao saírem para vender os produtos anunciam através do grito e melodias o que estão vendendo, procurando assim chamar a atenção das donas de casa e as crianças.
O Forno Caipira
Naquela época era obrigatório a presença de um forno caipira em quase todas as casas. É uma fonte de aquecimento feito de tijolo ou de barro, perfeito para assar certos tipos de alimentos.
Hoje em dia o forno caipira é raramente encontrado, já que foi ”substituído” pelo fogão, mas pode ser facilmente encontrado em fazendas ou casas mais antigas.
O Tacho
O tacho marcou época na cozinha brasileira.O tacho lembra o torrador de café. O tacho tinha diversos tamanhos, o uso quase uso cotidiano na cozinha, era por ocasiões de grandes festas - Natal, Ano Novo, festas juninas e nas festas familiares _ casamento, batizado, aniversário. Neles se produziam alguns dos tradicionais doce brasileiros; doce de abóbora, doce de cidra, goiaba, leite, entre outros.
Pregões
São vendedores ambulantes que ao saírem para vender os produtos anunciam através do grito e melodias o que estão vendendo, procurando assim chamar a atenção das donas de casa e as crianças.
O Forno Caipira
Naquela época era obrigatório a presença de um forno caipira em quase todas as casas. É uma fonte de aquecimento feito de tijolo ou de barro, perfeito para assar certos tipos de alimentos.
Hoje em dia o forno caipira é raramente encontrado, já que foi ”substituído” pelo fogão, mas pode ser facilmente encontrado em fazendas ou casas mais antigas.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Quixeré e as três ruas principais
Autor: Felipe de Freitas Cunha
Peço licença aos senhores
Para uma história contar
É sobre a rua primeira
Que se fez nesse lugar
È a rua coronel José Brito
Que foi marco inicial
Por ter a casa mais bonita
Do iniciante arraial
A casa de alvenaria
A primeira do lugar
Era escola e comércio
E também familiar
Comerciante de Gêneros
Vendia tudo a granel
E comprando uma patente
Se tornou um coronel
O coronel José Brito
Deixou grande descendência
Perpetuando seu nome
E a sua residência
Outra rua transversal
A segunda mais pomposa
É a Manoel Gonçalves
Também a mais populosa
Homenageia um senhor
Que muito contribuiu
Com o nosso povoado
E esse era civil
Padre Joaquim de Menezes
A rua da nossa escola
Foi o primeiro quixereense
A usar batina e estola
Assim termino a História
Das três Ruas principais
Se tivesses tempo e espaço
Escrevia muito mais
Fim
Peço licença aos senhores
Para uma história contar
É sobre a rua primeira
Que se fez nesse lugar
È a rua coronel José Brito
Que foi marco inicial
Por ter a casa mais bonita
Do iniciante arraial
A casa de alvenaria
A primeira do lugar
Era escola e comércio
E também familiar
Comerciante de Gêneros
Vendia tudo a granel
E comprando uma patente
Se tornou um coronel
O coronel José Brito
Deixou grande descendência
Perpetuando seu nome
E a sua residência
Outra rua transversal
A segunda mais pomposa
É a Manoel Gonçalves
Também a mais populosa
Homenageia um senhor
Que muito contribuiu
Com o nosso povoado
E esse era civil
Padre Joaquim de Menezes
A rua da nossa escola
Foi o primeiro quixereense
A usar batina e estola
Assim termino a História
Das três Ruas principais
Se tivesses tempo e espaço
Escrevia muito mais
Fim
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Alimentos tradicionais da nossa culinária
O milho está muito presente na culinária da cozinha quixereense, por influência indígena. O cuscuz, mungunzá, canjica, pamonha, pipoca, fubá do milho torrado, milho verde cozido ou assado, são iguarias consumidas constantemente, com temperos à base do leite de coco, leite de gado in natura ou manteiga, de acordo com o gosto pessoal.
Aqui vai, uma receita da legítima canjica cearense, feita com milho verde.
Ingredientes
20 espigas de milho, 200 ml de água, 200g de açúcar, 2 colheres de sopa de manteiga uma pitadinha de sal e canela em pó para polvilhar
Modo de Fazer
Retire toda a palha das espigas, limpe-as de todos os 'cabelinhos' e rale-as em ralo fino.
Transfira a massa obtida para uma peneira fina sobre uma tigela e esprema bem, acrescentando a água aos poucos até o bagaço ficar bem enxuto.
Transfira o líquido da tigela para uma panela, acrescente o açúcar e o sal e leve ao fogo médio em panela de fundo grosso, mexendo sempre com uma colher de pau até a canjica engrossar e desgrudar do fundo panela.
Quando a canjica exalar um cheiro bom, de milho cozido, misture a manteiga e a mesma está pronta. Transfira para uma travessa ou tigelinhas individuais, polvilhe canela em pó a gosto, deixe esfriar e sirva.
O fubá de milho torrado:
O milho é torrado até ficar tostadinho, pilado ou moído até tornar-se um pó bem fininho e consumido com mel ou com leite frio.
O mungunzá
É feito com milho seco. Retirada a casquinha e a parte germinativa da semente do milho, o mesmo é cozido e temperado com leite de coco ou com manteiga e servido com leite ou com feijão da mesma forma que se faz o baião de dois.
Pesquisa e texto: Maria Lúbia Araújo Silva
Aqui vai, uma receita da legítima canjica cearense, feita com milho verde.
Ingredientes
20 espigas de milho, 200 ml de água, 200g de açúcar, 2 colheres de sopa de manteiga uma pitadinha de sal e canela em pó para polvilhar
Modo de Fazer
Retire toda a palha das espigas, limpe-as de todos os 'cabelinhos' e rale-as em ralo fino.
Transfira a massa obtida para uma peneira fina sobre uma tigela e esprema bem, acrescentando a água aos poucos até o bagaço ficar bem enxuto.
Transfira o líquido da tigela para uma panela, acrescente o açúcar e o sal e leve ao fogo médio em panela de fundo grosso, mexendo sempre com uma colher de pau até a canjica engrossar e desgrudar do fundo panela.
Quando a canjica exalar um cheiro bom, de milho cozido, misture a manteiga e a mesma está pronta. Transfira para uma travessa ou tigelinhas individuais, polvilhe canela em pó a gosto, deixe esfriar e sirva.
O fubá de milho torrado:
O milho é torrado até ficar tostadinho, pilado ou moído até tornar-se um pó bem fininho e consumido com mel ou com leite frio.
O mungunzá
É feito com milho seco. Retirada a casquinha e a parte germinativa da semente do milho, o mesmo é cozido e temperado com leite de coco ou com manteiga e servido com leite ou com feijão da mesma forma que se faz o baião de dois.
Pesquisa e texto: Maria Lúbia Araújo Silva
Buchada de caprinos ou de ovinos
O processo de manipulação dos ingredientes principais é totalmente o mesmo da panelada. O que muda é que ao invés de comprar por kg, compra-se o arrasto, que é o conjunto das vísceras. O modo de limpeza é o mesmo, mas, o modo de preparar é bem diferente.
Assim se prepara:
Lavam-se as partes separadamente. Corta-se o bucho em pedaços de aproximadamente 10 x 12 cm, para as várias “buchadinhas”, que serão recheadas e costuradas. As aparas são cortadas miudinhas e reserva-se. Cortam-se as tripas em rodelas, também bem fininhas, e mistura-se às aparas do bucho e toucinho (também conhecido como bacon) cortado em cubinhos. Tempera-se com alho, sal, colorau, cominho, pimenta-do-reino, cebola cheiro-verde, pimentões, pimentas-de-cheiro e tomates. Deixa-se pegar gosto por mais ou menos 30 minutos. Recheie os pedaços de bucho reservados e costure as bordas com agulha grossa e linha de costura, formando várias buchadinhas. Numa panela acrescente óleo, mais cebolas, pimentões cheiro-verde, colorau e mais um pouco de sal. Arrume as buchadinhas na panela junto com os mocotós e coloque água até cobri-las, deixando cozinhar bem e depois sirva com arroz branco, batata doce ou aipim.
Pesquisa e redação: Maria Iderlânia Xavier Carlos
Assim se prepara:
Lavam-se as partes separadamente. Corta-se o bucho em pedaços de aproximadamente 10 x 12 cm, para as várias “buchadinhas”, que serão recheadas e costuradas. As aparas são cortadas miudinhas e reserva-se. Cortam-se as tripas em rodelas, também bem fininhas, e mistura-se às aparas do bucho e toucinho (também conhecido como bacon) cortado em cubinhos. Tempera-se com alho, sal, colorau, cominho, pimenta-do-reino, cebola cheiro-verde, pimentões, pimentas-de-cheiro e tomates. Deixa-se pegar gosto por mais ou menos 30 minutos. Recheie os pedaços de bucho reservados e costure as bordas com agulha grossa e linha de costura, formando várias buchadinhas. Numa panela acrescente óleo, mais cebolas, pimentões cheiro-verde, colorau e mais um pouco de sal. Arrume as buchadinhas na panela junto com os mocotós e coloque água até cobri-las, deixando cozinhar bem e depois sirva com arroz branco, batata doce ou aipim.
Pesquisa e redação: Maria Iderlânia Xavier Carlos
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