Dona Carmelinda sempre morou na zona rural de Quixeré. Sempre viveu ouvindo os cantos dos passarinhos, com a vista da paisagem das águas do rio, e sentindo o cheiro daquela terra molhada, sendo muito gostoso brincar entre a natureza.
Toda manhã depois de tomar café, Carmelinda e suas irmãs iam brincar na grande varanda da sua casa. Ela e suas irmãs brincavam de mãe e filhas com suas Bonecas feitas de pano. Seus irmãos saiam para brincar com seus brinquedos favoritos: a Bola; as bolinhas de gude; a baladeira; a pipa; Com todos esses brinquedos as crianças brincavam a manhã toda.
Chegando a tarde depois do almoço as crianças se juntavam para brincar de peteca de penas de galinha e pano que sua mãe fazia.
À noite, todas as crianças nos terreiros de suas casas se juntavam com as crianças vizinhas e brincavam sobre o luar. Corriam, rodavam, cantavam e namoravam, divertindo-se muito com as brincadeiras:
Ciranda cirandinha: fazia uma roda, todos de mãos dadas, rodavam e cantavam;
Esconde esconde: a criança “bisca” ia procurar as outras crianças escondidas;
cabra cega: uma criança com olhos vendados tentava pegar as outras.
Cai no poço, uma criança ficava de costas para as outras, para fazer a escolha através de um aperto de mão, um abraço ou um beijo, sem que se saiba, quem escolhe quem.
O que Dona Carmelinda tem, a dizer das suas brincadeiras, é que naquele tempo o universo infantil era muito grande, e que ela e seus irmãos soube aproveitar muito a fase de sua infância. Sobre as brincadeiras de hoje, ela fala:
“as crianças podem até se divertir com as brincadeiras que a tecnologia oferece, mas cada vez usam menos a imaginação, que é muito importante usar quando somos crianças.
Entrevista feito por: Ana kátia de Souza Costa, com: Mª Carmelinda Nery de Souza Costa
Toda manhã depois de tomar café, Carmelinda e suas irmãs iam brincar na grande varanda da sua casa. Ela e suas irmãs brincavam de mãe e filhas com suas Bonecas feitas de pano. Seus irmãos saiam para brincar com seus brinquedos favoritos: a Bola; as bolinhas de gude; a baladeira; a pipa; Com todos esses brinquedos as crianças brincavam a manhã toda.
Chegando a tarde depois do almoço as crianças se juntavam para brincar de peteca de penas de galinha e pano que sua mãe fazia.
À noite, todas as crianças nos terreiros de suas casas se juntavam com as crianças vizinhas e brincavam sobre o luar. Corriam, rodavam, cantavam e namoravam, divertindo-se muito com as brincadeiras:
Ciranda cirandinha: fazia uma roda, todos de mãos dadas, rodavam e cantavam;
Esconde esconde: a criança “bisca” ia procurar as outras crianças escondidas;
cabra cega: uma criança com olhos vendados tentava pegar as outras.
Cai no poço, uma criança ficava de costas para as outras, para fazer a escolha através de um aperto de mão, um abraço ou um beijo, sem que se saiba, quem escolhe quem.
O que Dona Carmelinda tem, a dizer das suas brincadeiras, é que naquele tempo o universo infantil era muito grande, e que ela e seus irmãos soube aproveitar muito a fase de sua infância. Sobre as brincadeiras de hoje, ela fala:
“as crianças podem até se divertir com as brincadeiras que a tecnologia oferece, mas cada vez usam menos a imaginação, que é muito importante usar quando somos crianças.
Entrevista feito por: Ana kátia de Souza Costa, com: Mª Carmelinda Nery de Souza Costa

Nenhum comentário:
Postar um comentário