Segundo Rosane Volpatto, o Boi Caprichoso em Parintins foi criado pelos irmãos Cids, migrantes do Crato, Ceará. Prova de que no Ceará esse folguedo é bem antigo.
Quixeré era um distrito de Russas, e o boi da Passagem de Russas, até os anos 60, conhecido como Companhia do Bumba-meu-boi, ou boi Estrela, era o mais conhecido dessa região do baixo Jaguaribe e veio para o Ceará com os colonizadores migrantes da Paraíba.
Os brincantes são chamados de boieiros. (homens que cantam e dançam ao redor do boi). Vestidos com roupas de seda branca e vermelha formavam um “cordão” e outros de azul e branco formavam o cordão oposto. Na cabeça um quepe do mesmo tecido e cores das roupas e tinham quatro espelhinhos redondos pregados. Às vezes havia espelhos até nas roupas.
Cada boieiro com seu instrumento musical, passos ritmados e sincronizados era um elo importante no grande círculo formado pelos dois cordões humanos. A entrada era triunfal. Primeiro os boieiros que adentravam o recinto e tomando direções opostas para a direita e esquerda formavam o círculo. Em seguida vinham os índios vestidos de penas com grandes cocares, a ema, a burrinha, e o bode, seguidos pelo boi. Todos fazendo evolução de acordo com a música “gaita” flauta doce e a batida dos pandeiros e bumbos dos boieiros e guizos nos pés dos índios.
Com a modernidade inserida pela televisão o bumba-meu-boi ficou por uns tempos meio esquecido nessa região. Mas, graças aos boieiros mais apaixonados por esse folguedo, sempre ressurge uma nova companhia, tanto na Passagem de Russas, como em Quixeré. O mais Lembrado dos últimos 40 anos é o Pai do Campo, que foi extinto por falta de recursos financeiros para mantê-lo.
Boi Quixeré. Em 2000 essa tradição foi resgatada começando do zero em termos de personagens, pois os brincantes sempre se mantêm entre veteranos e aprendizes. O Boi Quixeré mantém os personagens principais da tradição e acrescenta a cada ano vários outros personagens que são influência do imaginário popular. Nas apresentações cada personagem tem sua história e significado nesse folguedo. No entanto, A Catirina, nunca aparece grávida e não há a morte do boi. Sendo ele a estrela da festa, tudo acontece em função do seu bem estar.
Os brincantes são chamados de boieiros. (homens que cantam e dançam ao redor do boi). Vestidos com roupas de seda branca e vermelha formavam um “cordão” e outros de azul e branco formavam o cordão oposto. Na cabeça um quepe do mesmo tecido e cores das roupas e tinham quatro espelhinhos redondos pregados. Às vezes havia espelhos até nas roupas.
Cada boieiro com seu instrumento musical, passos ritmados e sincronizados era um elo importante no grande círculo formado pelos dois cordões humanos. A entrada era triunfal. Primeiro os boieiros que adentravam o recinto e tomando direções opostas para a direita e esquerda formavam o círculo. Em seguida vinham os índios vestidos de penas com grandes cocares, a ema, a burrinha, e o bode, seguidos pelo boi. Todos fazendo evolução de acordo com a música “gaita” flauta doce e a batida dos pandeiros e bumbos dos boieiros e guizos nos pés dos índios.
Com a modernidade inserida pela televisão o bumba-meu-boi ficou por uns tempos meio esquecido nessa região. Mas, graças aos boieiros mais apaixonados por esse folguedo, sempre ressurge uma nova companhia, tanto na Passagem de Russas, como em Quixeré. O mais Lembrado dos últimos 40 anos é o Pai do Campo, que foi extinto por falta de recursos financeiros para mantê-lo.
Boi Quixeré. Em 2000 essa tradição foi resgatada começando do zero em termos de personagens, pois os brincantes sempre se mantêm entre veteranos e aprendizes. O Boi Quixeré mantém os personagens principais da tradição e acrescenta a cada ano vários outros personagens que são influência do imaginário popular. Nas apresentações cada personagem tem sua história e significado nesse folguedo. No entanto, A Catirina, nunca aparece grávida e não há a morte do boi. Sendo ele a estrela da festa, tudo acontece em função do seu bem estar.

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